Nunes cala Greenwald com argumento irresistível

Greenwald: calado por Nunes no tapa

Juntar um jornalista sério e de larga experiência com um traficante de informações travestido de escriba seria uma temeridade impensada para qualquer diretor de programa com um pingo de bom senso.

Não é o caso dos editores do programa Pânico, da Jovem Pan, que colocaram Augusto Nunes, verdadeiro e respeitado jornalista brasileiro ao lado de Glenn Greenwald, notório chantagista de governos que comprou gravações de hackers para atacar Sérgio Moro.

Envolvido numa série de maracutaias, o americano não é bem visto nem em seu próprio País, graças ao caso Snowden, onde o gajo divulgou centenas de documentos do governo obtidos ilegalmente por um ex funcionário da NSA.

O caso aconteceu em 2013, quando Greenwald já morava no Brasil e, com ajuda de seu marido, Davi Miranda, se metia em assuntos da Petrobrás que envolviam, naturalmente, espionagem, sua especialidade.

Miranda foi inclusive preso no aeroporto de Londres em agosto de 2013 por estar tentando levar para outro país documentos confidenciais obtidos ilegalmente e acusado de terrorismo pelo governo britânico.

Greenwald veio para o Brasil -um dos poucos que aceitava a união homossexual- em 2005, adotou duas crianças alagoanas e, faceiro, se dedicou ao ativismo político, defendendo dilma roussef, a incompetente, afirmando aos quatro ventos que a ex presidente havia sido vítima de um golpe ao ser chutada do governo no impeachment.

Já se percebe a ausência de bom senso da JP ao colocar um indivíduo desse naipe ao lado de um profissional respeitado e com a experiência de Nunes.

Coisa que aliás é frequente na empresa, como vimos há pouco no caso da saída de Caio Copolla de um de seus programas graças aos ataques ofensivos que sofria de um comentarista estrábico e obtuso apoiado por um you tuber de quinta.

Greenwald, um pseudo jornalista arrogante que trata o Brasil como republiqueta das bananas, adulado pelos apresentadores do programa, cometeu um erro fatal: meteu o dedo no nariz de Nunes e o chamou de covarde, justamente quando Nunes comentava sobre seu casamento e a real intenção por trás da adoção de duas crianças.

Nunes ainda o avisou três ou quatro vezes de que o comentário era ofensivo, mas Greenwald insistiu, certo de que sairia impune da situação.

Mas não foi assim.

Nunes finalmente perdeu a paciência e mandou um ‘argumento’ de esquerda na cara do elemento, o que encerrou o assunto.

Pasmo, Greenwald tomou um tapão na cara de Augusto Nunes, que acabou realizando o sonho silencioso de milhões de brasileiros: o de colocar o vendedor de informações em seu devido lugar.

Infelizmente, Nunes foi impedido de mandar pra cima do sujeito mais alguns ‘argumentos’ igualmente infalíveis.

Mas valeu.

O Brasil e os brasileiros estão -como não poderia deixar de ser- ao lado de Augusto Nunes.

Eu, pessoalmente, que já o admirava por seu trabalho, não posso deixar de cumprimentá-lo pela esquerda infalível.

Glenn Greenwald, mesmo não estando preso ainda, já é caso encerrado.

E já deve ter entendido uma velha máxima do Brasil, país que o acolheu e que ele tenta destruir:

Quem procura acha.

Resta à JP, enquanto ainda pode, entrevistá-lo mais algumas vezes para ganhar uns likes.

Mas sozinho.

marcoangelifull

publicitário, artista plástico e cidadão

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