Escribas de panfleto: a culpa é da polícia.

Até ter seu Iphone afanado, a esquerdalha vai sempre culpar a polícia

Numa reportagem perversa da folha de São Paulo, vejo os jornaleiros do panfleto insistirem e insistirem ainda em achar uma forma de culpar a PM de São Paulo pelas nove mortes em Paraisópolis.

Não importa como, a ideia é sempre encontrar o chamado pelo no ovo.

Desta vez, a alegação dos escribas é que operações da PM com mais de 20 policiais exigem sempre o comando de um tenente.

No caso, havia 38 envolvidos, somando policiais, agentes da Rocam e tudo o que a folha pode contabilizar para inventar a narrativa.

Tenentes tem experiência em lidar com multidões, criar rotas de escape para a multidão, etc, no raciocínio dos experts do jornal, o que evitaria o pessoal acuado num beco em Paraisópolis e consequentemente o resultado lamentável: pessoas pisoteadas.

Ora, a operação original naquela noite em Paraisópolis começou com um número bem menor de agentes, que a reportagem convenientemente não cita.Foi só mais tarde que agentes da Rocam chegaram, em motos, perseguindo suspeitos que se enfiaram no meio das 5000 pessoas que frequentavam o baile funk.

Os tais suspeitos entraram no meio da multidão atirando.

Não houve tiros da Polícia.

A multidão entrou em pânico e acabou entrando no beco sem saída, que foi cercado pela polícia.

O resto se sabe.

No raciocínio precário dos escreventes, a presença de um oficial resolveria tudo e sua ausência automaticamente criminaliza a polícia, como querem.E ainda: o oficial pediria gentilmente aos facínoras armados que fosse atirar num local mais arejado, com as devidas válvulas de escape para a multidão.

Simples,não é mesmo?

Em momento algum a folha se preocupa, entretanto, em denunciar o tráfico na região, a morte de policiais por alí ou a revolta da população com os bailes funk que tornaram a vida na região um inferno.Não.

Se trata, nas páginas dos panfletos de esquerda, sempre de jovens pobres e carentes em busca da merecida diversão e lazer.

Diz ainda a folha que Sergio Moro considerou a ação um erro operacional grave, e a relaciona subrepticiamente com a narrativa de falta de oficial no comando.

Informação enviesada, prato da casa.

O que Moro realmente disse é que ‘aparentemente’ houve erro.

E ainda afirmou que a PM de São Paulo é ‘elogiada no país inteiro.’

Escreventes da esquerdalha vivem em algum lugar do passado, lá por 1980, ambiente enevoado e esfumaçado -sabem como é- onde a polícia é sempre inimiga da sociedade e representante de um poder fascista qualquer.Imaginam uma sociedade ideal sem polícia.

O que é uma enorme asneira, claro

Afinal, quem é que iria correr atrás dos bandidos quando eles levassem seus preciosos Iphones?

marcoangelifull

publicitário, artista plástico e cidadão

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