Poder de fogo

Aliança, 38, no futuro do Brasil

O crescimento positivo de Bolsonaro e seu governo nas redes sociais é espantoso.

Em setembro deste ano, dados registrados por consultorias como a Bites apontavam que o presidente havia ultrapassado a marca de 33 milhões de seguidores nas plataformas Facebook, Instagram e Twitter somados.

Antes, em abril, no evento World Leaders on Facebook 19, a agência internacional de relações públicas Burson Cohn & Wolfe informava que Bolsonaro era líder no Face, com 145 milhões de interações em 12 meses -abril 18 à abril 19.

Em outubro, agências como a Bites e MrPredictions indicavam 115 milhões de visualizações para o presidente no You Tube.

No dia 25 de novembro, até Monica Bergamo, da folha de são paulo, teve que se curvar ao inevitável, citando Bolsonaro como a ‘liderança política mais popular da internet’.

A despeito do óbvio ululante, os representantes das forças contrárias ao crescimento do país publicam gaguejando que ‘não, não é bem assim’.

Foi o caso do jornal estado de são paulo, que para minimizar e contestar essa liderança citou ridiculamente opiniões de donos do datafolha e ibope, que rebaixam alguns números, mascaram outros e afirmam que não, a internet não tem a força da verdade que tem os métodos tradicionais de pesquisa (os deles, que todos sabem ser uma merda enviesada e falseta).

Quando me refiro aqui às forças contrárias a Bolsonaro, são às que realmente tem força, e não somente ao mimimi choroso do que restou da esquerdalha.Me refiro aos magnatas da velha política jurássica como as famílias Calheiros, Collor de Mello ou Sarney.

Me refiro a deputados e senadores corruptos e ameaçados pelas investigações da Lava jato.

Me refiro à toda a corja de empresários e funcionários públicos propineiros deste país.

A esquerda enquanto oposição é só uma piada.

Mais nada.

Subentende-se por oposição alguém que faça críticas construtivas, em prol de um objetivo comum a todos: o bem da nação.

A esquerdalha, como sabemos, não é nada disso, não luta pela nação, luta com armas velhas apenas contra seu inimigo eventual.

Basta observar o caquético lula por aí repetindo velhas fórmulas de 2001 para se manter vivo.

Ou seus zumbis seguidores, repetindo o mantra gasto de sua cartilha, sem ter fatos nas mãos e sim invencionices desesperadas, implorando para que o mundo acredite que lula não deu certo mas agora está ‘regeneradinho’ e vai acertar se um dia virar presidente.

Ora, o máximo de esperança de lula no futuro é acertar a porta de entrada de sua cela, se não estiver muito zonzo pra isso.

2020 será o ano da consolidação do governo Bolsonaro, ultrapassadas as dificuldades de início de governo.

Com o novo ano, virá o Aliança.

Apoiado e sedimentado na enorme força de Bolsonaro junto ao povo, tem tudo para ser o que finalmente este novo país necessita: um partido de gente honesta e interessada no futuro destas terras tão maltratadas e sacaneadas por essa politicalha velha.

O Aliança nasce da coragem de um homem que sabe que tem nas mãos muito mais do que os 3,8 bilhões que os podres políticos querem para sua campanha eleitoral.

Nasce da consciência de que a força que o colocou no cargo de presidente -a força de cada um de nós, na internet - é imensamente maior do que propaganda na tv paga com grana roubada do povo.

É essa coragem que faz de Bolsonaro um líder.

Como líderes são os que o acompanharam e acreditaram.

Se, como choram desesperados seus inimigos, está em segundo, terceiro ou quarto lugar nas redes,não interessa.

Ou se está ou não atrás do papa.

O fato é que Bolsonaro é um dos grandes líderes do mundo.

E reconhecido por ele e pelos brasileiros.

Quanto aos que o abandonaram, sem visão, só lhes resta uma dura constatação:

Esquecer 2020.

Ou 2022.

marcoangelifull

publicitário, artista plástico e cidadão

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