A verdadeira Amazônia na ONU

Ysani Kalapalo: o Brasil de verdade em New York

Mais do que esperada, a reação das sujas ONGS internacionais e brasileiras -contra Ysani Kalapalo- que se locupletaram na roubalheira instituída pelos governos petistas mostram seu desespero diante do corte de recursos fáceis para viagens internacionais e desvios como foi o caso dos Pontos de Cultura, pagos por lulopetistas mas nunca instalados.

A maior parte dessas ONGS são aparelhos da esquerda, do PT/PSOL, que usa descaradamente as lideranças indígenas que se vendem.

Neste momento que que são denunciadas, as ONGS utilizam recursos obtidos que deveriam ser usados para beneficiar os povos indígenas e criam uma máquina de fake news que pretende desconstruir a imagem de quem os ameaça, Ysani.

Mentiras não faltam, como uma carta fake que está sendo divulgada nas redes que teria pretensamente sido assinada por caciques do Xingu.

Consta, por exemplo, que teria sido assinada por um cacique chamado Kotok, que se recupera de uma enfermidade completamente isolado em sua oca, conforme tradição de seu povo.

Não há como Kotok ter assinado a tal carta.

A favor de Ysani, hoje na ONU com a equipe de Bolsonaro, estão as maiores lideranças indígenas de todo o Brasil, especialmente as das bases das aldeias.

A Associação dos produtores da Comunidade Volta do Teso (na comunidade indígena Raposa Serra do Sol) e o grupo nacional de agricultores indígenas emitiram documentos de apoio à presença de Ysani na ONU. Mauraiky Waiana, liderança de sua etnia e presidente da associação dos grupos indígenas de sua região também apoiou irrestritamente Ysani e sua presença na ONU.

Jair Miranda, cacique do médio Solimões, declarou que a ida de Ysani para a ONU é uma conquista para seus povos.

Pedrinho Kaiwoá, que representa a maior etnia indígena do Brasil, disse que é uma alegria ver uma parente ter acesso a um evento tão importante.

Raimundo Baré, líder do Amazonas, também declarou seu apoio, em vídeo.

Henrique Terena, um dos líderes mais respeitados de Mato Grosso, declarou:

‘Quero encorajar, fortalecer e dar toda cobertura à nossa companheira indígena’.

Além de todos estes apoios, Ysani e Bolsonaro receberam manifestações positivas da Secretaria Nacional do SESAI, através de Silvia Waiãpi e da Secretaria Nacional da Igualdade Racial, através de Sandra Terena.

O SESAI se destaca no governo por sua atuação no combate à corrupção. Sandra Terena se manifestou afirmando que o governo Bolsonaro ‘(...) está dando incentivos aos indígenas no etnoturismo, agricultura e produção de artesanato.

Como se nota, as ONGS criminosas que atacam e ameaçam a menina só tem nas mãos uma campanha difamatória e desespero.

Ysani e Bolsonaro, pelo contrário, tem o apoio de todo o povo indígena.

E do resto dos brasileiros conscientes. É o que importa.

marcoangelifull

publicitário, artista plástico e cidadão

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