Regina Duarte na Secretaria da Cultura?

Alvim vacila e é exonerado pelo presidente Bolsonaro

Os danos causados pelo vídeo do -agora- ex secretário da Cultura vão muito além de sua exoneração pelo presidente.

Num amadorismo impressionante e incompreensível, Roberto Alvim conseguiu reativar uma narrativa que vinha sendo combatida com enorme esforço por Bolsonaro e por toda a equipe do governo.

Desmontadas vagarosamente pelo governo, até hoje as famigeradas acusações de ‘fascismo’ perdiam força e se perdiam, ignoradas, nas páginas dos jornalecos mais radicais da esquerda.

Até hoje.

Hoje, depois do inequívoco texto contido no vídeo, voltam com toda a força.

A comparação com o texto de Goebbels, publicada no livro de Peter Longerich, não é apenas semelhante, é evidentemente uma reprodução fiel.

Todas as polêmicas envolvendo Alvim agora vem à tona, como sua declaração de criar uma ‘máquina de guerra cultural’, ou a de dividir a ‘arte de esquerda’ e ‘arte de direita’.

Nada que a esquerda não tenha praticado ferozmente durante seus anos no poder, excluindo todo e qualquer artista que não se alinhasse aos seus interesses.

A diferença -enorme- é que fizeram isso silenciosamente, devagar, acabando literalmente com a cultura nacional.

E -sejamos honestos- profissionalmente.

Foram tão profissionais quanto um bandido ladrão e canalha poderia ser em sua profissão.

Outra polêmica, criada por Alvim com a musa empalhada da esquerda, Fernanda Montenegro, volta com toda a força.

Depois do imperdoável vacilo, o ex secretário aumenta consideravelmente a dimensão das afirmações e asneiras socialistas de Fernanda, infelizmente..

Alvim perdeu.

Justificativas infantis procurando descobrir uma ‘conspiração’ que teria induzido o ex secretário ao erro na gravação são apenas um mimimi choroso, o mesmo mimimi praticado pela esquerda para justificar ou lamentar seus atos falhos.

Nenhum indivíduo, sendo cidadão, ministro, secretário, dentro ou fora do governo, cometeria a estupidez gigantesca de gravar um vídeo que seria visto por toda a nação recitando um texto que não entende, ou não compreende sua dimensão.

O governo de Jair Bolsonaro, especialmente, que tem a dura missão de combater a praga socialista no Brasil, não pode se dar ao luxo de ter amadores em seus quadros.

Não se combate profissionais comunistas com vacilos como esse.

Do inevitável dano, fica a lição.

E o trabalho de, novamente, enfrentar as porcas narrativas da esquerda, que tenta vincular o nazismo -na verdade seus parceiros históricos- ao governo brasileiro.

A respeito, desconfiado, Olavo de Carvalho já havia declarado sobre as falas de Alvim:

“É cedo para julgar, mas o Roberto Alvim talvez não esteja muito bem da cabeça. Veremos.”

Já vimos.Infelizmente.

*Em tempo: cogita-se o nome de Regina Duarte para ocupar o cargo.

Mas qualquer decisão precipitada poderá ser, novamente, um erro.

E -nem é preciso lembrar- não há mais espaço para erros gigantescos como esse.

Regina já foi convidada por Bolsonaro e, sabiamente, pediu alguns dias para pensar.

marcoangelifull

publicitário, artista plástico e cidadão

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