O jornalismo canhoto e o circo da CPI das Fake News

Que a CPI das Fake News foi um circo armado pelas mentes brilhantes da esquerda numa tentativa desesperada para invalidar o que não entendem -a eleição legítima de Bolsonaro- todo mundo sabe.

Que, pirados pela perda absoluta de poder são capazes de tudo também.

Basta olhar o desvairio alucinógeno de caetanos e petras, longe, muito longe da realidade.

Só não se imaginava a que ponto chegariam.

O poço parece não ter fundo.

Ou parece que eles nunca conseguem chegar lá, por mais que façam força -e esse esforço reconhecemos, evidentemente.

Mas trazer uma testemunha para depor ferozmente contra eles mesmos...já passa dos limites da alienação esquerdóide.

Não à toa, ao perceberem o caldo entornando, bradaram cheios de civismo pelo sigilo da sessão de ontem.

De repente, perceberam que seria mais um tiro na pata.

E foi.

Entre outras pérolas, o depoente, Hans River, sem se intimidar com o palavrório baldio dos que desesperados tentavam calá-lo, acusou uma jornalista do conhecido panfleto folha de São Paulo de ter oferecido sexo em troca de informações que comprometessem Bolsonaro.

Ora, isso é no mínimo patético.

O degrau é muito baixo.

Se apurado e confirmado, o fato quase realixado -Hans declinou- trará justa indignação à todas as jornalistas honestas deste país.

O resto, naquele picadeiro, está no vídeo, vejam:

marcoangelifull

publicitário, artista plástico e cidadão

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