Patricia Campos e o jornalismo do troca troca

A imprensalha brasileira estrila e vira uma verdadeira zona. Veja o vídeo.

Curiosamente, a maioria dos jornalistas ou ativistas que comentam o caso da conduta no mínimo duvidosa de Patricia Campos, jornalista da Folha, minimizam a acusação de assédio sexual feita por Hans River em 2018 e confirmada agora.

Mas não deveriam.

A grave implicação embutida neste tipo de procedimento, onde vale trocar qualquer coisa para se obter a informação que se deseja -falsa ou não- acaba colocando em dúvida a própria integridade da profissão.

E sua credibilidade junto ao povo.

Não importa se se oferece sexo, bolinhas de gude, grana ou qualquer outra coisa, o fato é que, vindo à luz -como denunciado por Hans- transforma o jornalismo num mercado de peixe fedorento onde não se salva ninguém.

Uma ofensa para os verdadeiros jornalistas.

Veja o vídeo e confirme:

Mas esse tipo de acusação não é nova.

Já em fevereiro de 2019 um raivoso Renan Calheiros respondeu à jornalista Dora Kramer -que o chamara de ‘arrogante’- acusando a senhora de se oferecer sexualmente a ele.

A imprensalha politicamente correta pulou nos tamancos, evidentemente, e estrilou.

Como toda a classe que se pretende impecável na conduta, tende e coloca sempre a sujeira debaixo de um enorme tapete.

Desta vez, a performance de Patricia Campos, duvidosa e naturalmente grave se confirmada a tentativa de manipular informações para prejudicar Jair Bolsonaro acaba imitando a de uma coleguinha sua, Petra Costa, a que inventou o ‘documentário’ falseta sobre a história política brasileira nos últimos anos.

De fato, ambas tem o rabinho preso e razões de sobra para apoiarem o PT.

De Petra já se conhece a história e seu vínculo com a Andrade Gutierrez, empresa condenada por pagamentos de propina e uma intimidade escrota com os negócios sujo do partido.

E hoje se sabe que Hélio Campos Mello, pais de Patricia, era dono das ‘Revistas Brasileiras’, acusada por Marcelo Odebrecht em delação premiada de ter recebido através da Brasken 1,6 milhão de reais como ‘doação’.

Doação forçada e fajuta, segundo Marcelo.

Petra e Patricia, portanto, quando se rasgam em elogios e puxam a sardinha para o PT, não fazem nada mais do que defender os negócios da família.

E seus papais.

Só que isso não é jornalismo.

E nunca foi.

Só é para os que tem uma etiqueta na testa com preço.

E eles sobram por aí, como se pode notar pelo estado lastimável da grande imprensa brasileira.

Com sexo ou sem sexo, esses ‘profissionais da informação engajada’ deveriam rever suas posições.

Seu lugar não é em redações onde se preza a informação verdadeira e se tem respeito por ela.

Seu lugar é outro.

Aquele que tem a luz vermelha na porta.

marcoangelifull

publicitário, artista plástico e cidadão

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