Covid-19: praga com carimbo made in China

A China quer o fim do governo Bolsonaro.

Observada por qualquer ângulo, a pandemia do Covid-19 que assola o mundo tem uma origem -e um carimbo- óbvios.

O vírus é made in China.

O planeta inteiro, exceto os chineses, que já tentaram até inventar uma narrativa surrealista de que o vírus teria sido criado pelos americanos e ‘plantado’ em Wuhan, reconhece o que é evidente e mais do que cristalino.

Não por acaso, Wuhan, a cidade onde se originou o vírus, tem dois laboratórios de pesquisas do Partido Comunista Chinês que podem fabricar armas biológicas.

Também por outro acaso duvidoso o líder chinês Xi Jinping escondeu a praga do mundo durante 13 longos dias, de 7 a 20 de janeiro, quando anunciou finalmente a disseminação da epidemia na China.

13 longos dias que hoje fazem a diferença entre a vida e a morte de qualquer nação.

Irresponsabilidade? Uma decisão tomada deliberadamente como estratégia para infectar o resto do planeta?

Todas as ações da China nas últimas décadas, de fato, levam certeiramente à conclusão de que o expansionismo pretendido pelo Partido Comunista Chinês não tem limites ou respeito pelas democracias mundiais.

O embaixador chinês Yang Wanming, lacaio comunista em quinto mandato no cargo, perambula pela América Latina tentando cooptar governos, exércitos e agora a imprensa livre (força de expressão, naturalmente, quando nos referimos a jornalistas como Vera Magalhães e outros da mesma laia) como acaba de fazer na Band, comprando parte da emissora.

A barganha do embaixador é simples: oferece o apoio e ajuda militar da China em troca da fidelidade do país que é a vítima da vez, e a quebra de relações com os EUA, seu arquiinimigo.

Yang fez isso na Argentina e em outros países, sempre negociando como uma eminência parda e silenciosa, carregando consigo a mochila recheada de presentinhos de grego -ou chineses- para oferecer.

A ideia: transformar a América Latina num enorme bloco comunista onde a China é a potência maior e global.

No Brasil, a pretensão do gajo falhou miseravelmente.

Bolsonaro continua firme, apesar da crise.

Talvez por isso, exasperado e por ordem do Partidão Chinês, o gajo esbravejou nas redes contra Eduardo Bolsonaro.

E contra o Brasil.

Ostensiva e arrogantemente, Yang ameaçou o Brasil, quando afirmou ‘que haverá um preço a pagar’, entre outras ofensas ao presidente e ao deputado, que chamou de portador de ‘vírus mental’ adquirido com ‘seus amigos’ dos EUA.

Veja o vídeo conosco:

Yang e o Partido Comunista Chinês, que carregam nas costas a responsabilidade -junto com outras pragas comunistas- pela morte de mais de 100 milhões de pessoas subestimam o mundo ocidental.

Se os ocidentais, sob o comando de Donald Trump, resolverem reavaliar seu relacionamento com a China e endurecer as regras, quem haverá de pagar um preço -e alto- é a própria China.

A China não passa de uma ditadura comunista cruel e supressora da liberdade de seu povo, nos moldes do que foi o sanguinário Mao Tse Tung.

O povo chinês, subjugado há décadas por esses facínoras, é apenas sua primeira vítima, assim como foi vítima de Stalin o povo da Ucrânia no massacre chamado pelo mundo de Holodomor.

A China não engana ninguém, hoje especialmente.

Quando, numa nova estratégia, sai pelo mundo fantasiada de cordeiro comprando empresas de comunicação, quem poderia imaginar que pretende promover a liberdade de imprensa, quando em seu próprio país suprime violentamente a liberdade de seus cidadãos?

A China, de dentro para fora, não parece ter freios em seu delírio expansionista.

Cabe ao mundo, agora, colocar esse freio de fora pra dentro.

Ou essa não será a última pandemia made in China a assolar o mundo e a economia mundiais.

*Em tempo: No momento em que coloco esta matéria no ar, Bolsonaro suspende a quarentena, destruindo o sonho chinês de colocar o Brasil de joelhos.

Veja o vídeo conosco:

marcoangelifull

publicitário, artista plástico e cidadão

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