O vírus do Agripino

Oportunistas para usar o Covid-19, como Doria ou Mandetta, não faltam

No Brasil, hoje, parece ocorrer um fenômeno incomum do que ocorre em outros países civilizados, onde cidadãos e políticos se unem para combater uma pandemia.

O nome disso é solidariedade.

Por aqui, se observa o uso mentiroso de informações e a prática de distorção da realidade, pura e simplesmente, para atacar de forma feroz o presidente da nação.

O caso da foto vergonhosa do cemitério em São Paulo que acabou nas páginas do Washington Post é cabal.

Bastou um simples cidadão ir ao cemitério, gravar a realidade e a farsa foi desmascarada, forçando o prefeito a desmentir a ‘notícia apavorante’.

Prefeito, aliás, que sofrendo de câncer e fazendo quimioterapia jamais foi visto de máscara circulando por aí, inclusive no carnaval, junto com seu comparsa Doria.

No carnaval, ele e Doria já estavam carecas (uma redundância) de saber dos riscos do Covid-19, mas mesmo assim saíram faceiros por aí incentivando mais de nove milhões de pessoas a saírem às ruas.

Por que?

A resposta está na conduta e no passado de Doria, governante de fachada, que gasta mais em publicidade de seus ‘feitos’ do que em saúde ou educação.

Já em 2017, Doria e Covas foram indiciados e acusados pelo MPF por licitação fraudulenta justamente nas empresas que administraram o carnaval.

Nada estranho.

Contratar amigos -mesmo picaretas condenados- é a especialidade de Doria.

Nada estranho também que Doria procure estender ao máximo a crise de pavor e histeria no Estado, contrariando as ordens do presidente.

Já se sabe que Doria pretende pedir um empréstimo ao Banco Mundial de 500 milhões de reais, aproveitando a ‘onda’ criada pelo vírus.

A justificativa: um pretenso número de infectados de 200 mil pessoas e criação de 500 leitos em hospitais, além de outras perfumarias para justificar a grana pedida.

Ora, a 40 dias da primeira infecção no Estado, São Paulo tem hoje 4.466 casos de infectados e 260 mortes (se esse número for verdadeiro, claro, pois Doria tentou inflar os números como se sabe).

A desproporção entre a ‘previsão’ de Doria e a realidade é gritante.

Como é gritante a ação marqueteira do governador oportunista, hoje lambendo o criminoso lula que cansou de atacar para se eleger.

Ou -o que é provável- a distribuição desses 500 milhões para o bolso de amigos em licitações fraudulentas, como sempre.

O empréstimo terá prazo máximo de 35 anos para ser pago.

Nesse período, outros sofrerão para pagar a conta desse governador.

Assim funciona com outros iguais em oportunismo e ódio, como Mandetta, que já em dezembro aproveitou e aprovou na surdina 1 bilhão de reais destinados à publicidade para o seu Ministério.

Projeto do desgoverno Dilma, aliás.

Para esses manipuladores oportunistas, usar o vírus é uma grande oportunidade.

Além de isolarem e enfraquecerem Bolsonaro, ainda por cima capitalizam, arrecadando grana daqui e dalí.

A verba de publicidade de Mandetta -ou Dilma- vejam só, serão aplicadas em duas empresas jornalísticas: Globo e Band, ambas com vínculos profundos com o China Media Group.

Nada estranho, não é mesmo?

Ambas ignoram e evitam cuidadosamente citar o caso do Japão, infectado junto com a China, que nunca adotou medidas de isolamento social para assombrar o mundo, com apenas 3.654 casos de infectados, 584 recuperados e 73 mortes apenas.

Ou outros, como Honk Kong.

A infecção do oportunismo deslavado é muito mais grave no Brasil do que o próprio vírus.

É esse oportunismo que reduzirá a economia a escombros, sonho dourado dos comunistas de plantão.

Fonte: Agora Paraná, 06 abril de 2020

marcoangelifull

publicitário, artista plástico e cidadão

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