1964, a história que se repete.

O comunismo, que sobreviveu a 64, precisa ser erradicado do país

Uma reflexão -opinião pessoal- sobre o contragolpe militar de 1964, sempre controverso:

Ao tomar o poder em 30 de março de 1964, tirando o país das mãos dos comunistas, como queria a sociedade, os militares cometeram, nos anos seguintes, um enorme erro de avaliação em relação à esquerda.

Ao combater radicalmente o comunismo, expurgando o país com proibição de partidos, censura e outras medidas -que culminaram no famigerado -AI-5- acabaram empurrando seus militantes para a clandestinidade, para o subsolo, para o esgoto.

Ora, é justamente na ilegalidade e na clandestinidade que a esquerda sabe atuar.

É treinada para isso, como era em 1964, por Cuba, pela Rússia.

Treinada para a subversão social, para a guerrilha urbana, para o terrorismo.

Paradoxalmente -e isso é uma opinião estritamente pessoal- o empurrão dos militares e a radicalização deram força aos comunistas.

Deram aos comunistas o que precisavam, o que usam históricamente: a bandeira da vitimização.

Numa analogia simples, como ratos, passaram a atuar em seu habitat natural, onde se dão bem, onde são mestres: no subsolo da sociedade.

Como ratos, viveram quase invisíveis nesse esgoto, mas aos milhares, minando a ordem e a saúde política do país.

Alguns se disfarçaram e migraram para o MDB, que acabou aglutinando toda essa força da esquerda na época proibida de atuar no país.

Vitimizados eternamente, vão pelo caminho óbvio: o de empunhar as bandeiras das minorias, com ou sem autorização delas, em nome de um chamado ‘humanismo’.

Negros, gays, pobres, tudo é usado pela esquerda sempre, uma balela e uma farsa que quase sempre alcança seu público alvo: os jovens, os estudantes.

Foi assim em 1964 e é assim hoje.

Em nome de uma ‘liberdade’ e ‘igualdade falsetas’, os comunistas empurram, de baixo para cima, sua ideologia de botequim cérebro abaixo nos jovens, incentivando o uso de drogas, a pornografia como arte, a dissolução de valores básicos como família, propriedade ou vida.

Esse tipo de guerrilha é visível -como defendida desde sempre pelo comunista Fernando Henrique- nas centenas de casos e bandeiras empunhadas pela esquerda, como o da deputada assassinada Marielle ou o Queer Museu, entre muitos.

Hoje, perigosamente, essa esquerda enfraquecida se une ao que há de pior no país, a velha política, como forma de conseguir sobreviver à Bolsonaro, inimigo comum dos corruptos.

PSDB, DEM, o chamado Centrão, todos remanescentes do que foi o antigo MDB e que sobrevivem mamando no país até hoje desde então se unem para derrubar Bolsonaro.

Ou se esquecem de quem foi, por exemplo, Cesar Maia, pai de Rodrigo Maia?

Mas não será -e reafirmo que é minha opinião pessoal- repetindo o erro do regime militar, que teve seus inegáveis méritos, naturalmente, que o Brasil conseguirá se livrar dessa praga.

Se fosse assim, já teria se livrado dela há muito.

E Lula jamais surgiria no horizonte.

Não.

O comunismo só pode ser enfrentado e destruído efetivamente pela democracia.

Na verdadeira democracia, a esquerda perde a força.

A corrupção e o toma lá dá cá igualmente.

Não tem mais o argumento conveniente da vitimização.

Não tem mais nada, nem o refúgio no subsolo e no esgoto.

Quando é forçada a vir à luz, a esquerda entra em pânico.

Por uma razão simples: a genética e a vocação óbvias dos comunistas é a subversão social.

E não o governo ou gestão da sociedade.

Basta ver o fracasso redundante quando alguns deles alcançam o poder, como Chavez, Fidel, Maduro, Lula e outros.

Neste momento delicado para a democracia brasileira, portanto, é preciso observar o que a história e 1964 nos ensinam.

Para que os erros não sejam repetidos.

Para que o comunismo seja finalmente erradicado deste país.

E para que daqui a vinte ou trinta anos essa história lamentável não se repita, como está acontecendo exatamente neste momento.

marcoangelifull

publicitário, artista plástico e cidadão

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