A farsa da pandemia

A estratégia enviesada do confinamento que está levando o mundo a um futuro negro.

No mundo, a respeito do Covid-19, são só incertezas despejadas todo santo dia pela mídia mundial.

Ninguém, autoridades ou jornalistas, consegue dar aos cidadãos do mundo trancados e submetidos a regimes que vão se tornando cada vez mais totalitários, como o da Itália e da maioria dos estados do Brasil, a certeza de que o confinamento radical -ou lockdown- é a solução para a pandemia.

Não podem por uma razão muito simples:

Porque essa certeza não existe.

Pelo contrário.

Pelo mundo, dezenas de autoridades médicas de alto calibre condenam o confinamento, baseados em argumentos irrefutáveis.

Vejam um deles, Dr. Frank Ulrich Montgomery, radiologista alemão, ex-presidente da Associação Médica Alemã e vice presidente da Associação Médica Mundial:

“Eu não sou um fã de bloqueio.

Quem impõe algo assim também deve dizer quando e como buscá-lo novamente.

Já que temos que assumir que o vírus estará conosco por um longo tempo, eu me pergunto quando voltaremos ao normal?

Você não pode manter escolas e creches fechadas até o final do ano.

Porque levará pelo menos esse tempo até que tenhamos uma vacina.

A Itália impôs um bloqueio e tem o efeito oposto.

Eles rapidamente atingiram seus limites de capacidade, mas não diminuíram a velocidade da propagação do vírus dentro do bloqueio.”

De fato.

Mas não é preciso ser especialista em coisa alguma para desenvolver um raciocínio simples:

O funcionamento do lockdown é baseado na teoria de não expor os indivíduos ao vírus.

Para acabar -e o mundo voltar a funcionar- é preciso que o vírus desapareça da face do planeta, o que evidentemente não vai acontecer- ou se descubra uma vacina.

O que também está longe de ocorrer, como sabemos.

Sendo assim, por esse raciocínio, não há possibilidade de liberar pessoa alguma antes do surgimento de uma vacina.

Ou essas pessoas, protegidas até então, sem a imunidade que o contato criaria -o que ocorreu com todas as epidemias do mundo- ao saírem às ruas se infectariam, adoeceriam e morreriam

Mesmo com picos decrescentes ou achatamento das curvas da epidemia, a eterna promessa dos oportunistas de plantão, o vírus estaria presente e ativo em todo lugar.

E não existe vacina no horizonte.

Mesmo se houvesse, entre testes, autorização, fabricação e distribuição no mundo, levaria mais de um ano para estar disponível.

Há o interesse em quase todo o mundo, por parte de governos que se mostram agora cada vez mais ditatoriais e autoritários, em usar a pandemia e o terror a favor de seus próprios interesses políticos.

A grande mídia, comprada por esses grupos, se encarrega de disseminar o medo entre os povos como nunca antes se viu em outra epidemia, algumas bem mais graves que o Covid.

Fosse uma estratégia honesta, que visasse realmente a saúde pública, a quarentena seria aplicada de forma inteligente, apenas aos grupos de risco, e respeitando as opiniões de médicos que realmente se dedicam a salvar vidas.

Mas não é assim.

Para que tenha o efeito desejado pelos pequenos ditadores sociopatas de todo o mundo -incluídos governadores e prefeitos brasileiros- é preciso que seja radical.

Que isole a todos, de qualquer idade, condição ou situação médica.

Só assim conseguirão seu intento, o de quebrar a economia.

O que favorece o grupo que os financia nas sombras, aquele mesmo que em épocas de quebradeira vaga pelo mundo comprando tudo na chamada ‘bacia das almas’.

Quem é esse grupo todos sabem.

A primeira (EUA) e a terceira (Japão) economias do mundo já esboçam estratégias para se livrar definitivamente de qualquer dependência comercial ou industrial em relação à China.

O mundo -ou o que sobrar dele- deve seguir esses passos.

Se eventualmente governadores e prefeitos corruptos do Brasil vencerem, a escravidão a que são hoje submetidos os trabalhadores chineses pelo Partido Comunista chegará também à vida dos trabalhadores brasileiros.

Essa é também uma questão de raciocínio simples.

E de escolha.

marcoangelifull

publicitário, artista plástico e cidadão

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