São Paulo, um estado contra a ditadura

De erro em erro, governador e prefeito paralisam o Estado

Mais do que previsível, a última ação do prefeito de São Paulo, o rodízio ampliado e forçado na cidade deu em nada hoje.

Covas anunciou o fim do plano desastrado, como qualquer um que tenha um mínimo de raciocínio já previa.

Brunos Covas, dessa forma, vai ampliando seu histórico de ações frustradas e resultado de pura incompetência contra a cidade de São Paulo.

Mas será apenas incompetência?

De erro em erro, de desplanejamento em desplanejamento, de enfrentamento em enfrentamento ao governo federal ele e o cumpanheiro Doria vão puxando o freio de mão do Estado e da cidade.

E vão prolongando a agonia dos ratos de laboratório...digo, dos paulistas...que sofrem sem poder se locomover, trabalhar ou manter suas empresas e famílias funcionando...ou sobrevivendo.

Desta vez, paralisando o trânsito, Covas ganhou mais 7 dias de lockdown.

Amanhã, brilhante como sempre, inventará outro ‘plano’ visando o bem dos ratos de...digo, dos paulistas...e ganhará mais 7 ou 10 dias de trancamento.

É o que importa.

Parar São Paulo a qualquer custo.

Destruir a economia do Estado, o mais eficaz e rapidamente possível.

E colocar na conta do presidente o caos que fatalmente advirá da quebra do Estado.

E, na conta de alguns -a bancária- a gorda propina dos chineses que vão comprar tudo por aqui na chamada ‘bacia das almas’.

Sendo assim, quem é que está, afinal, se importando mesmo com reeleição?

Bolsonaro avisou os empresários paulistas: ‘é guerra’.

Ou: lutem contra os inimigos do Estado antes que eles o destruam.

Por inimigos, subentende-se o que já está subentendido.

No vídeo, agradecemos a quem tem nos apoiado para que possamos manter nosso trabalho:

Enquanto isso, vamos vivendo a 'democracia' do confinamento tupiniquim.

E a da imprensalha que mais parece uma agência funerária do que qualquer outra coisa, apressada em atacar o presidente eleito e sabendo que o tempo corre contra eles e seus patrões.

Se Bolsonaro sair vitorioso e de pé dessa crise, acaba para eles.

E sabem bem disso.

Sua única e suja possibilidade de sobrevivência é prolongar ao máximo -e da pior forma- o tal lockdown.

Quanto a nós, ratos de...digo, paulistas... só nos resta -trancafiados, processados e calados- desfrutar dos prazeres simples da vida, como ainda ter água, energia ou internet em casa, felizes por ainda estarmos vivos.

Aproveitamos enquanto podemos, naturalmente.

Porque aqui, com lockdown ou não, Covas ou não, ninguém dá mole em conta vencida, seja do que for, serviço essencial ou luxo simples, meus amigos.

Trabalhar para pagar não pode.

E vacilou, cortou.

marcoangelifull

publicitário, artista plástico e cidadão

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