O remédio pior do que a doença

Pânico alimentado por corruptos e grande mídia coloca o mundo de joelhos

Da existência do vírus made in china que assola a humanidade desde dezembro ninguém duvida.

E que caiu no colo de políticos e corruptos do planeta inteiro como um presente a ser usado para seus próprios interesses sujos também não.

De fato, nestas últimos dias tem ficado cada vez mais evidente a gatunagem de figuras amorais que, aqui e no resto do mundo usaram a pandemia como ferramenta, o que não tem absolutamente nada a ver com a saúde ou bem estar de seus povos.

Há pouco, Tedros Adhanom Ghebreyesus, político/biólogo que é a autoridade máxima da OMS -Organização Mundial da Saúde- declarou cinicamente que vai ‘reconsiderar’ os estudos para o uso da hidroxicloroquina no tratamento de infectados pelo Covid-19, depois de negar a eficiência do medicamento desde dezembro, quando surgiu o vírus.

Essa decisão duvidosa -que acabou gerando no mundo um caos econômico e uma crise catastrófica- foi tomada mesmo quando o mundo e países como a Índia, Espanha, China, Itália e Coreia do Sul sinalizavam positivamente em relação ao sucesso do medicamento.

Causou a morte de milhares de pessoas, provavelmente.

E mesmo quando líderes como Bolsonaro e Trump afirmavam, desde o início da pandemia, que a hidroxicloroquina era eficiente.

Nada convenceu Tedros, que não é iniciante na provocação de desastres na área da saúde.

Já entre 2006 e 2011 foi esculhambado mundialmente por sua forma singular de tratar de pandemias, como a da cólera, no caso, atrasando significativamente as medidas que salvariam milhares de vidas.

Trabalhando na Etiópia para políticos que são uma minoria absoluta (6% da população) e governam tirânicamente o povo, reprimindo opositores e cerceando a liberdade, Tedros não é lá um exemplo de especialista ou médico capaz de dirigir uma entidade mundial de saúde.

E a coisa piora: descobriu-se nestes dias que esse senhor se baseou, para formular sua tese e aconselhamento mundial do ‘não uso’ da cloroquina num estudo publicado numa revista médica inglesa, a Lancet.

A Lancet, por sua vez, usou para a matéria um estudo de uma 'especialista médica’ americana, a Surgisphere, que afirmava que o remédio estava associado à uma alta taxa de mortalidade em infectados, além de aumentar o risco de problemas cardíacos.

Descobriu-se, finalmente, que o tal estudo não passava de um amontoado de suposições e mentiras.

Nada mais.

A tal Surgisphere, investigada pelo The Guardian, um dos mais importantes jornais ingleses, era apenas uma pequena editora -inexpressiva- de assuntos médicos com apenas 6 funcionários, que por alguma mágica, nas páginas da Lancet e na cachola de mister Tedros virou conselheira médica mundial e especialista no Covid-19.

Mais tarde, no Linkedin, a Surgisphere mudou seu staff para 3 funcionários.

Vejam o vídeo conosco:

Para se ter uma pequena ideia da inconsequência e dimensões desse verdadeiro crime, descobriu-se agora que dois dos ‘especialistas’ médicos da Surgisphere eram um escritor de ficção científica -pasmem I- e uma modelo de eventos -pasmemII.

Na Internet, a Surgisphere praticamente não existe.

A Lancet, desmascarada pelo The Guardian e veículos da imprensa médica como o New England Journal of Medicine, repudiou envergonhada a publicação do tal estudo.

A pergunta é: Tedros sabia da farsa?

E os cabeças de bagre como Mandetta, então Ministro da Saúde do Brasil, que seguia submissamente as orientações da OMS, sabiam ou não?

O fato é que a irresponsabilidade do político/biólogo arremessou o planeta numa crise sanitária e econômica jamais vista.

E alimentou a praga dos corruptos fartamente, que deitaram e rolaram na onda terrível de pânico alimentada por jornalistas 'parceiros' de todo o mundo.

Ou terroristas da informação, como queiram.

Na Alemanha, por exemplo, um estudo -sobre o assunto- importante do Ministério do Interior, mantido em segredo até agora pelo governo federal do país acaba de vir à tona e afirma claramente:

‘...ficou provado que o Estado é um dos maiores produtores de Fake News.’

Por essas e outras, o povo brasileiro sofre na mão de pequenos ditadores espalhados por todo o território nacional, que esbanjam verba pública, ganham propina em material médico, inventam gastos e seguem todo aquele ritual de bandalheira que todos conhecemos muito bem desde a tomada do poder pelo vigarista de Garanhuns.

Nos dados do próprio governo do Estado de São Paulo, por exemplo, já se admite uma queda do PIB de cerca de 5,5%, com perda de arrecadação de 18 bilhões de reais no estado.

O povo sofre, trancado por imposição, economia totalmente paralisada.

Mas isso jamais importou à essa grande imprensa suicida e terrorista, nem a políticos venais e aproveitadores.

O que lhes importa realmente é lucrar em cima do remédio.

Mesmo que ele seja pior, muito pior, do que a própria doença.

marcoangelifull

publicitário, artista plástico e cidadão

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