Brasil,onde tudo acabava em pizza e hoje acaba no STF.

A escalada autoritária do STF avançando feroz sobre a liberdade dos cidadãos -especialmente Alexandre de Moraes- tem um único objetivo: calar as redes sociais e as vozes conservadoras do país que, como se viu em 2018, acabaram elegendo Jair Bolsonaro como presidente.

A ação -antidemocrática em sua concepção e execução- institui nas terras tupiniquins uma única opção ideológica válida e legal, relegando qualquer outra opinião ou posição à marginalidade e sujeita a processo e cana.

Candidatos a tiranos com pretensões autoritárias não são novos por aqui, mas é notável hoje sua desenvoltura e o absoluto desprezo pela sociedade.

Dessa forma, quando o STF e seus parceiros, a grande mídia quase em sua totalidade, tentam enfiar goela abaixo do povo a falácia de que bolsonaristas e fabricantes de fake news são sinônimos, quem perde é o povo.

Tendo perdido totalmente o crédito como instituição junto à sociedade, não lhes resta mesmo muito a fazer a não ser apelar, atropelando a Constituição.

Dentro desse procedimento usual, outros que passam alegremente por cima da Constituição são Rodrigo Maia e David Alcolumbre, tentando dar um jeitinho para se manter no cargo com reeleições impossíveis segundo o livro.

Roberto Jefferson, personagem polêmico que faz parte da história brasileira desde o mensalão, resolveu bater de frente com os dois e moveu uma ação, através do PTB, seu partido, para impedir a reeleição dos dois espertinhos.

Aliás, Jefferson já denunciou um plano de Maia contra Jair Bolsonaro que visa o impedimento e afastamento do presidente.

As acusações de golpe, longe de serem improváveis, apenas corroboram o que jornalistas conservadores como Eustáquio, Allan dos Santos e dezenas de outros -todos na mira do canhão censurador do STF- estão cansados de afirmar.

Daí a censura explícita.

A intenção clara: evitar que se repita em 2022 o que aconteceu em 2018 e pegou a quadrilha com as calças na mão.

Veja o vídeo:

Na esteira do retrocesso e atraso incontestável trazidos pelos pacotes arbitrários do Sr. Alexandre de Moraes vem galopando também a mediocridade absoluta de tipos como you tubers imitadores de foca, elevados pela mídia à condição de celebridades políticas, com direito até a participar de lives com Maia.

O princípio básico da coisa -a CPI das Fake News- que era o de combater a fabricação de mentiras e disseminá-las na internet já não é mais lembrado por ninguém, muito menos pelo STF.

A prioridade é atacar e tirar os apoiadores de Bolsonaro da rede.

Nada mais.

Aliás, caso alguém ainda se lembrasse ou observasse alguma noções básicas de oral ou ética, verificaria facilmente que os próprios bastiões de ‘moral ilibada’ dessa CPI falseta são, eles mesmos, os maiores fabricantes de fakes brasileiros.

Vide Joice Hasselmann ou Alexandre Frota.

E outros bichos.

O novo ‘consultor político’ dessa turma, Felipe Neto, é, ao que se afirma, um mentiroso compulsivo, dado a prometer certas coisas para criancinhas que acaba não cumprindo nunca.

Figuras e personagens com pouco conteúdo dentro da caixa craniana com milhões de fãs ou seguidores não faltaram ou faltam no Brasil.

A maioria -como Carla Peres, Tiazinha, Anita, Mulher Melancia e derivados usou a bunda para alcançar o sucesso efêmero.

Felipe não usou a bunda, ao que se saiba.

Ao menos não a própria.

Mas, no fim, dá tudo no mesmo:

As liberdades individuais -e a democracia- atoladas cada vez mais numa massa mal cheirosa que é produto direto da parte do corpo citada acima.

O último que sair apaga a luz, como se dizia.

Ou dê a descarga, tanto faz.

marcoangelifull

publicitário, artista plástico e cidadão

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