Em nome do covid

Quando surgiu e se alastrou pelo mundo, a internet se transformou no instrumento que deu voz aos oprimidos, àqueles que jamais tiveram voz.

Era a liberdade, finalmente, através de uma ferramenta democrática.

Evidentemente, se transformou também no pesadelo de todo tiranete totalitário do mundo.

E existem muitos, em grupos ou isolados, com o sonho de ajoelhar o povo e obrigá-lo na marra a servir seus interesses.

Exemplos do passado não faltam, como Mao, Fidel, Chavez, Hitler, Stalin e outros sociopatas.

E nem do presente, como o marionete comunista Maduro.

A praga do covid-19 -e agora suas variantes, como a GenomiksUK, alardeada pela cientista Sharon Peacock- promete se estender indefinidamente.

Ao menos por dez anos, diz ela, preparando já o espírito abatido do povaréu de joelhos.

E com ela estarão todas as medidas restritivas, totalitárias e insanas que vem no seu rastro.

Não se trata de diminuir o potencial destrutivo da praga, nem minimizá-la.

Apenas considerá-la em sua real dimensão.

E observar como está sendo usada políticamente.

Coisa que, como sabemos, está longe de ser feita pela mídia vendida ou alugada.

Casos como o de Merkel, na Alemanha, denunciada por pagar o Instituto Kock para gerar relatórios que criassem pânico são significativos, aqui e em todo o mundo.

Censurar dá trabalho, gera protestos, e sempre expõe o tiranete, como no caso do ministro careca contra o jornalista Eustáquio.

Assim, a praga do covid é a ferramenta perfeita para a censura absolutamente eficiente.

Se transformou, com a revolução social que causa, na resposta totalitária -à altura- dos tiranetes à liberdade gerada pela internet.

Basta imaginar como seria o mundo hoje se maníacos dementes como Mao ou Hitler tivessem nas mãos um instrumento como essa praga para oprimir, matar e escravizar seu povo.

E não se iludam; maníacos como esses existem aos montes por aqui e em todo o mundo.

Apenas estão, hoje, disfarçados de humanistas, progressistas, liberais, globalistas, ou qualquer outra porcaria.

E até de governadores, prefeitos.

Sempre com o mesmo slogan cansado: ‘salvar’ as pessoas do ‘mal’, mesmo contra sua vontade.

Afinal, o preço a ser pago para se 'salvar do mal' será a liberdade?

marcoangelifull

publicitário, artista plástico e cidadão

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