O poder paralelo

A prisão arbitrária de Daniel Silveira

O ato autoritário de expelir um MANDADO de prisão em FLAGRANTE contra o deputado Daniel Silveira, além de ter base contraditória e ilegal, vai muito além de mera intimidação.

É um recado cristalino à nação e aos políticos:

O STF não aceita qualquer autoridade ACIMA da deles.

Expelido exatamente quando Arthur Lira assume a presidência da Câmara, escancara a intenção do ministro careca, auto investido de algum poder divino que só ele conhece.

Coloca contra as cordas a Câmara, que necessáriamente terá que agir em relação.

É o impasse criado e desejado.

Careca e abutres acreditam que podem peitar uma guerra contra o poder executivo e qualquer político que não seja um cachorrinho dócil ao reagir às suas insanidades autoritárias.

Veremos até que ponto isso é verdadeiro no desdobrar do caso.

A Câmara dos Deputados tem que reagir.

O ato aparentemente 'suicida' do careca, expelindo um mandado contraditório -que qualquer estudantezinho de advocacia reconhece- contendo MANDADO E FLAGRANTE, que sob qualquer ótica não obedece à razão alguma, não é tão 'suicida' assim.

É uma chamada pra guerra.

O STF, que vem atuando nos últimos anos como uma verdadeira ditadura judiciarista, luta para manter seu poder ilegal, e sabe muito bem que este momento é decisivo.

Com o fortalecimento gradual de seu inimigo, Bolsonaro: agora é o tudo ou nada.

Vão partindo para o chute no saco.

Dito por Olavo de Carvalho:

"Estado de Direito', no atual vocabulário, significa DITADURA DOS JUÍZES.

Manter o silêncio e não sair em defesa do deputado Daniel Silveira, neste momento, e largá-lo nas mãos dos inimigos desta nação, como feito com Allan e Eustáquio, vai colocar definitivamente a classe política na condição de reféns de um 'estado' tirano antidemocrático.

Ou a classe política consciente acaba com essa praga judiciarista ou essa praga acaba com o Brasil.

Não existe medida conciliatória possível aí.

Esse é o momento.

Se passar em branco, haverá muito o que lamentar. Muito mesmo.

Deputados e políticos:

É como naquela hora fatídica da cerimônia do casamento: 'Fale agora ou cale-se para sempre.'

É hora, citando ainda um maluco que foi presidente, de se saber quem tem 'aquilo roxo.'

Culhões.

Afinal, espera-se que defendam sua classe quando um é espezinhado, humilhado e preso injustamente.

É hora da sociedade brasileira apoiar seus representantes verdadeiros e conscientes no Congresso contra as arbitrariedades dessa ditadura judiciarista.

Ou isso, ou o fim da liberdade.

Não vai ter paliativo que resolva, nem 'acordinho'.

O povaréu já está com o saco roxo de aguentar acordo.

E enxerga muito bem a situação, não se iludam.

Se não quiserem assumir para sempre a imagem de frouxos que só defendem seus salários, tem que acabar com isso.

Resumo, ou se põe coleira ou leva.

Não vai ter saída 'bunitinha', de palavrório.

O deputado está preso, porra.

E espera-se de seus pares o mínimo: sair duramente em sua defesa.

marcoangelifull

publicitário, artista plástico e cidadão

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