Damares contra o jornalismo guerrilheiro

A ministra ensina a guerrilheira Miriam Leitão o que é ressocialização

Escrevi há pouco que nenhum animal consegue fugir de sua verdadeira natureza.

Assim é, também, com seres humanos, animais sociais.

E com guerrilheiros travestidos de jornalistas, igualmente.

Miriam Leitão descobriu que 100 milhões da grana recuperada pela Lava Jato serão destinados ao Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos.

Foi o que bastou para que produzisse uma matéria pestilenta na rádio CBN onde, além de colocar em dúvida a aplicação da verba, aproveita para acusar Damares, a ministra, de intolerante, de ter uma visão retrógrada, de ser contra o movimento LGBT, entre outras coisitas.

Entre um ‘seje’ e outro, a jornalista guerrilheira mostra, ela mesma, sua própria intolerância.

Intolerância religiosa, pelo fato de Damares ser pastora, e intolerância absoluta por qualquer um que não seja comunista como ela jamais deixou de ser.

Damares, irada, respondeu ao atentado num vídeo que coloco aqui.

Responde à jornaleira (sem ofensa aos jornaleiros) e ensina qual é o seu trabalho e onde serão aplicados os 100 milhões: na ressocialização de mais de 5 mil crianças delinquentes espalhados pelas ruas do Brasil.

Leitão não sabia,naturalmente, que os governos petistas -que admira- abandonaram todos os projetos nesse sentido, largando nas mãos do governo Bolsonaro a tarefa de resolver o caso, que implica na construção de 72 novas casas para acolher e educar esses menores.

Também não sabia que esses cinco mil meninos e meninas, nas ruas, correm risco de vida (cooptados pelo crime organizado) e representam eles mesmos um risco à sociedade.

O problema de espaço físico é tão grande que no Rio foram colocados de volta às ruas recentemente mais de 700 menores delinquentes.

Por falta de casas para abriga-los.

Cada casa, informa a ministra à jornalista que não sabe fazer contas, custa cerca de 15 milhões e tem que ter instalações especiais.

Assim, a conta, para se resolver o problema (construir 72 casas), passaria de um bilhão.

Os 100 milhões de que a Leitão reclama, portanto, são apenas um pequeno paliativo.

Talvez -e provavelmente- a jornalista, ex guerrilheira que jamais abandonou o tique nervoso de esquerda acredite que tal verba deva ser destinadas a causas mais nobres, como financiar uma campanha ‘lulainocente’ ou coisa que o valha.

Matérias sujas e tendenciosas como as de Leitão não acrescentam nem contribuem com nada nestas terras tupiniquins.

Pelo contrário.

Apenas reafirmam que pau que nasce torto será torto pra sempre, como dizia minha sábia avó.

O problema, mesmo numa democracia, é que a sociedade já está de saco cheio desses guerrilheiros anacrônicos, teimosos e atrasados.

Leitão e outros não perceberam ainda que falam em nome do passado.

Eles são o passado, que ninguém mais quer.

São o atraso.

marcoangelifull

publicitário, artista plástico e cidadão

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