Mãos sujas

O sujo objetivo politico por trás do sermão ecológico da esquerda

Na terça passada, 8, um relatório da Petrobrás afirmou que o óleo derramado nas costas brasileiras desde o dia 2 de setembro, que empesteou ao menos 150 praias do litoral nordestino é proveniente da Venezuela.

Outro estudo, realizado pelo Instituto de Geociências da Universidade Federal da Bahia, UFBA, confirmou esse diagnóstico.

Mais preocupados em interferir na soberania brasileira da Amazônia, personagens como Macron, presidente francês, ONG’s e ecologistas vermelhos mantém um silêncio conveniente e vergonhoso a respeito.

Nem uma palavra sequer do papa, por exemplo, mais preocupado em realizar seu teatrinho do Sínodo da Amazônia, reunindo 250 participantes entre bispos, cientistas, líderes políticos e povos indígenas cooptados que se dedicarão com afinco não a defender o meio ambiente -como reza a bela proposta do projeto- mas a atacar o governo brasileiro que odeiam.

O silêncio dessas entidades é significativo e por si só mostra seu verdadeiro objetivo.

Se estivessem realmente interessados em defender o meio ambiente, não ignorariam esse catastrófico derramamento de óleo que já atinge dois terços do litoral brasileiro.

As manchas já atingiram 150 localidades de nove estados, segundo o Ibama.

O óleo tóxico, a curto prazo, causa irritações graves na pele e intoxicações, além da destruição e contaminação da fauna e flora que atinge.

A longo prazo, causam nas pessoas expostas alterações no perfil hematológico e nas funções hepáticas, criando um ambiente propício ao surgimento de câncer.

A exposição prolongada, segundo Helena Ribeiro, pesquisadora da USP, causa danos genotóxicos -que são alterações do DNA- e problemas respiratórios, além de eventuais dificuldades reprodutivas.

Nada disso parece interessar os gritantes da Amazônia.

Que não é deles, diga-se de passagem.

O que interessa mesmo aos ilustres é alimentar enviesadamente as narrativas de seus parceiros de esquerda e do globalismo usando o que lhes cai nas mãos.

Nesse grupo, aliado à mídia que manda pro ar fake news, todos são políticos.

Não importa se é padre, papa, índio ou dirigente de ONG fajuta.

O objetivo de todos, basicamente, é político.

A leviandade com que esbravejam ou se calam é evidente e nada digna de suas posições.

A ministra Damares, ao dar uma resposta no último dia 13 ao desastrado sermão do arcebispo de esquerda Dom Orlando foi certeira:

‘Estou aqui há 24 horas e ninguém me ofereceu um cigarro de maconha e nenhuma menina introduziu um crucifixo na vagina’, disse ela, se referindo aos amici do arcebispo, tão defendidos por ele e pelo papa.

E ainda:

‘Não respeitaram a minha história, não respeitaram a minha dor. (...) riram quando eu tive a coragem de dizer pro Brasil que fui abusada sexualmente.

Assim é a esquerda, os comunistas e seus representantes.

Atrasados e munidos de um tapa olho que faz com que vejam apenas o que lhes interessa, o que podem usar politicamente.

Mais nada.

Lavar as mãos sujas, como é seu costume, já não funciona.

Da mesma ministra, as palavras que sintetizam o pensamento de todo brasileiro consciente:

‘Pode bater, quanto mais bate mais esse governo cresce’.

marcoangelifull

publicitário, artista plástico e cidadão

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