Kirchner vence: a Argentina no caminho da roça.

A peronista foi eleita hoje como vice presidente, e vai dar continuidade ao desastre já implantado no país pelo marido

Macri acaba de perder as eleições na Argentina para o poste Fernández, escolhido por Cristina Kirchner, a estelionatária socialista dos pampas.

A peronista foi eleita hoje como vice presidente, e vai dar continuidade ao desastre já implantado no país pelo marido, Néstor Kirchner, presidente da Argentina de 2003 a 2007.

A 37 dias das eleições, o juiz federal Claudio Bonadio concluiu na Argentina uma investigação sobre os chamados ‘cadernos da corrupção’, e enquadrou a corrupta peronista por suborno passivo e formação de quadrilha.

Kirchner é acusada de ser responsável por esquema de pagamento de propinas em troca de contratos de obras públicas, processo que envolve mais 52 pessoas.

O modus operandi é típico dos governos socialistas da América Latina, sem mais nem menos.

O julgamento não foi marcado.

Cristina tem imunidade parlamentar.

Para ser julgada e levada para trás das grades, essa imunidade deveria ser suspensa pelo Senado onde, diga-se de passagem, a bancada peronista, sua gangue, é majoritária.

Com sua eleição para ‘vice’, as coisas ficam mais difíceis e La Kirchner deve ficar livre e solta, comandando o país no caminho da roça que o levará à venezualização.

Fernández nunca concorreu a cargo majoritário e é um ex dirigente peronista.

Qualquer semelhança com a posta sem luz de lula, dilma roussef, não é mera coincidência.

Mais uma vez, é o clássico modus operandi da esquerda, o de atuar na sombra de um marionete.

Macri perdeu para sua própria gestão, que não conseguiu levantar o país.

Endividada, enfiada numa grave crise financeira, com uma moeda em desvalorização crescente (a moeda argentina desvalorizou 70% desde janeiro de 2018) e enfrentando uma enorme fuga de capitais, a Argentina criou o espaço para a praga socialista crescer.

O resultado está aí, uma catástrofe para os 41,42% de eleitores que não queriam La Kircher de volta.

E mostra -uma lição para os brasileiros- que o voto de qualquer povo é muito mais comandado pelo bolso do que por questões ideológicas.

De qualquer forma, Kircher venceu.

E com ela, vence o Foro de São Paulo e os comunistas que querem destruir a América Latina, atuando hoje para desestabilizar o Chile, Equador e fraudar as eleições da Bolívia, o que já conseguiu enfiando o cocaleiro Morales goela abaixo do povo.

Fernández já começou mal, mandando os parabéns ao criminoso preso luladasilva pelo seu aniversário, chamando Bolsonaro de ‘torturador’ e ‘fascista’.

A Argentina entregou o ouro para os bandidos, e deve pagar um preço caro por isso nos próximos anos, preço que a Venezuela pagou e paga.

E o Brasil perde um importante aliado na América Latina.

E fica mais isolado.

É um dia negro para a democracia.

E uma lição para os brasileiros do governo e fora dele.

marcoangelifull

publicitário, artista plástico e cidadão

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