O que cresce no esterco

O socialismo que vive e se alimenta de miséria, de pobreza, do caos social...

Pensei em colocar outro título neste artigo e desisti.

O que passava pela minha cabeça era ‘o que cresce na bosta.’

Para me referir ao comunismo.

Mas, imaginei, seria uma injustiça para com as plantas e flores que, adubadas, florescem no esterco, uma coisa bacana que sai da merda.

O que, evidentemente, não é o caso do socialismo.

O socialismo se alimenta, vive e cresce na merda e da merda.

Vive e se alimenta de miséria, de pobreza, do caos social, da destruição absoluta de valores e instituições, da insegurança jurídica, financeira e moral.

O que acontece neste momento nos Andes, e que enche o peito dos comunistas de orgulho é exatamente uma estratégia para adubar países como o Equador, Chile, Colômbia, Bolivia e até o Brasil, preparando o solo para a implantação de seu regime de miséria.

Eleições fraudadas na Bolívia, mantendo o cocaleiro Evo Morales no poder, a desestabilização do governo Macri na Argentina para recolocar a estelionatária Cristina na presidência são apenas exemplos da atuação perniciosa da esquerda na América Latina e no mundo.

E é uma atuação simples, exercida há décadas, exaustivamente:

Atolar o país que quer dominar na merda, literalmente.

Porque é na merda que o socialismo cresce.

Essa estratégia da esquerda não é nova, nem inédita.

Basta observar o caso da Ucrânia, que dominada então pela União Soviética, sofreu um dos maiores genocídios do mundo, o Holodomor, ou Genocídio Ucraniano, que levou milhões de pessoas à fome e à morte.

Hoje, a Ucrânia repudia o comunismo de forma dura, proibindo a existência de partidos comunistas no país e criando em sua Constituição leis que igualam o comunismo ao nazismo, registrando uma verdade histórica.

A própria desintegração da URSS, em 1991, com a qual os comunistas jamais se conformaram, é a maior prova -cabal- da falência do socialismo.

Pela luta armada, guerrilha urbana ou seja lá como for, o comunismo cria e procura pontos fracos para se estabelecer como uma praga, um parasita.

Países com crises financeiras ou debilitados são seu prato preferido.

A Revolução Cubana de 1959 feita pelo sanguinário Fidel Castro e asseclas como Che Guevara, um psicopata, tiraram o ditador Fulgêncio Batista do poder e transformaram a ilha no estado atrasado e miserável que vemos hoje.

No Brasil, as tentativas da esquerda não faltaram, como no caso do governo de Jango, em 1964, deposto pelo contragolpe militar.

Na época, o país vivia uma crise econômica sem fim e o clima de instabilidade política causado pela renúncia recente de Janio Quadros em 1961.

Exatamente a merda que a esquerda precisava para florescer.

João Goulart, eleito presidente no lugar de Janio, alertou a sociedade com suas tentativas de ‘socializar o país’, apesar de não pertencer a um partido ostensivamente comunista.

O resto se sabe.

A sociedade se uniu.

Imprensa, clero conservador, empresariado e a direita em geral organizaram em São Paulo a ‘Marcha da família com Deus pela Liberdade’, que reuniu 500 mil pessoas, contra a esquerda e Jango.

Marcha da Família com Deus pela Liberdade em 64: o repúdio dos brasileiros pelo comunismo

A gota d’água foi um discurso de Jango em março de 1964, que pretendia determinar a reforma agrária e nacionalização das refinarias estrangeiras de petróleo.

A reação do exército, com o apoio da sociedade, gerou o contragolpe militar no dia 31 de março.

O povo brasileiro, portanto, tem aversão ao comunismo desde sempre.

Se recusou sempre a ser o campo de merda para a esquerda florescer.

Nem com governos corruptos como de lula e dilma isso foi conseguido.

Em meio à destruição hoje promovida pelo comunismo na América Latina, o Brasil é uma ilha que se recusa a aceitar as manobras sujas e o atraso socialista.

E assim deve continuar.

Independente deste ou daquele governo, o país deve manter seu caminho rumo ao desenvolvimento, longe do atraso e da miséria socialista.

Crescer, eliminar crises financeiras e manter a estabilidade e a ordem são as maiores armas para ficar longe do comunismo.

Longe, bem longe desses campos de bosta onde ele cresce.

marcoangelifull

publicitário, artista plástico e cidadão

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