Eduardo Bolsonaro e o AI-5

Se Eduardo errou ao citar o AI-5 não errou em apontar o fundamental: a nefasta ação da esquerda na América Latina

A atuação violenta dos movimentos comunistas é bem conhecida há muito pelos brasileiros.

Há mais de 50 anos atrás, a esquerda promovia no Brasil o caos,o terrorismo e a instabilidade social, o que acabou finalmente gerando o contragolpe militar de 1964.

Daí pra frente, a esquerda jamais abandonou o país, montando um esquema de guerrilha subterrâneo controlado e orientado por Cuba que durou todo o período do governo militar.

Dessa guerrilha participaram pessoas e indivíduos que, mais tarde, anistiados, fizeram parte do governo socialista de luladasilva.

Míriam Leitão, Aloysio Nunes, Genoíno, Zé Dirceu e até o poste de lula, dilma roussef, foram alguns deles.

Mais recentemente, vimos todos a atuação violenta dos black blocs, ferramenta da esquerda, promovendo a destruição e violência nas ruas.

Suas consequências foram funestas -como o caso do cinegrafista Santiago Ilídio Andrade, da TV Bandeirantes, morto por um rojão numa manifestação em 2014 no Rio.

Figuras como Stédile e Boulos, dirigentes dos famigerados braços armados do PT, O MST, não se cansam de avisar que vão ‘queimar’ o Brasil caso suas vontades não sejam feitas.

Por ‘vontades’ subentende-se a libertação do maior corrupto do Brasil e outras pautas conhecidas da esquerdalha.

A turbulência que envolve hoje a América Latina, com conflitos e mortes no Chile, no Equador, Nicarágua, Colômbia, e assumida claramente pelo fanfarrão narco ditador Maduro como obra do Foro de São Paulo, Grupo de Puebla ou o que seja, visando a tomada do continente pelo comunismo não pode ser ignorada.

E muito menos subestimada em sua força e determinação.

Comunistas são especialistas nisso: em violência, caos e desestabilização.

Para quem ouviu atentamente Eduardo Bolsonaro, em entrevista à Leda Nagle, o deputado traça um paralelo exatamente entre o que ocorre hoje na América Latina e o que ocorreu nos anos 1960 no Brasil.

A mesma ameaça, o mesmo modus operandi.

Afirma, na sequência, que isso não pode ocorrer novamente, e tem que ser evitado energicamente.

Neste momento, ele cita, ainda se referindo aos anos 1960 e talvez desastradamente, o ato de exceção número 5, decretado pelo governo Costa e Silva em 1968, reconhecidamente um ato lamentável sob qualquer aspecto.

Na sequência, ele emenda:

‘Espero que isso não aconteça.’

Não vi essa conclusão do raciocínio publicada em nenhuma das matérias da subimprensa que aproveitou para mais uma vez detonar o deputado.

O que sobra é apenas uma conclusão óbvia:

O Brasil sofre ameaças diárias da esquerda prometendo estender a violência do Chile até nossas ruas, com o intuito de desestabilizar o governo federal.

Isso não pode ser permitido de forma alguma.

As ações para impedir a violência e destruição da sociedade pela esquerda hoje longe do poder são evidentes.

E terão o apoio da população decente do país, que quer ver longe, muito longe, a guerrilha e o terrorismo da esquerda.

Se Eduardo errou ao citar o AI-5 -e podemos até concordar com isso- não errou em apontar o fundamental:

A ação nefasta do comunismo que tem que ser reprimida e neutralizada.

É possível criticar a citação de Eduardo ao AI-5 em sua fala.

O que não é possível é ignorar o contexto em que foi dito e maximizar o trecho para uso da politicalha e da subimprensa, o que acontece frequentemente.

marcoangelifull

publicitário, artista plástico e cidadão

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